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Lançamento do Conselho da Paz em Davos
Nesta quinta-feira (22/1), em uma cerimônia que movimentou o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Donald Trump lançou oficialmente o polêmico "Conselho da Paz". O órgão foi desenhado pela administração norte-americana para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza.
A promessa do político, de acordo com uma imagem que foi compartilhada com o público presente no evento, é construir arranha-céus e partir para a desmilitarização. Por outro lado, a ideia nasce com o temor da comunidade internacional de que seu objetivo real seja acabar com o poder da Organização das Nações Unidas (ONU).
Inclusive, Donald Trump não demonstrou interesse algum em desfazer essa dúvida, disparando algumas críticas à organização durante seu discurso. "Eu nunca nem falei com a ONU. Eles tinham um potencial tremendo", afirmou o líder dos EUA, sugerindo que a nova estrutura terá uma autonomia inédita. "Quando esse conselho estiver completamente formado, poderemos fazer praticamente tudo o que quisermos", declarou, embora tenha amenizado, dizendo que dialogará com as Nações Unidas no processo. Para a assinatura do documento de fundação, Trump reuniu no palco um grupo seleto de aliados ideológicos.
Convite a Lula para integrar o grupo
O presidente Lula foi chamado para integrar o grupo, mas, até o momento do lançamento, não havia respondido ao convite da Casa Branca.
Objetivos do Conselho da Paz
O Conselho da Paz, oficializado por Donald Trump em Davos, tem como principal objetivo supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza. Durante a cerimônia no Fórum Econômico Mundial, o presidente dos Estados Unidos apresentou a proposta de construir arranha-céus e promover a desmilitarização na região. No entanto, há especulações de que o verdadeiro propósito do conselho seja diminuir o poder da Organização das Nações Unidas (ONU).
Trump não fez questão de dissipar as dúvidas sobre a autonomia do Conselho da Paz em relação à ONU. Durante seu discurso, ele criticou a organização internacional e afirmou que, quando o conselho estiver estabelecido, terá liberdade para agir conforme desejar, embora tenha mencionado que dialogará com a ONU no processo. A formação do grupo contou com a presença de líderes de diversos países, como Argentina, Hungria e Paraguai, além do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
Críticas à ONU por Trump
Durante a cerimônia de lançamento do polêmico 'Conselho da Paz' em Davos, Donald Trump fez críticas contundentes à Organização das Nações Unidas (ONU). O novo órgão, criado pela administração norte-americana para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza, levantou preocupações sobre a intenção de enfraquecer a influência da ONU. Trump, em seu discurso, não poupou palavras ao afirmar que nunca havia sequer conversado com a organização e destacou o potencial do novo conselho para ter uma autonomia sem precedentes.
Ao defender a criação do Conselho da Paz, o presidente dos Estados Unidos enfatizou a capacidade do grupo de realizar ações sem muitas restrições. Trump afirmou que, uma vez formado, o conselho terá liberdade para tomar decisões de forma independente. Apesar disso, ele também mencionou que pretende dialogar com a ONU durante o processo. A presença de aliados ideológicos no evento de lançamento e a definição do grupo como um conselho 'de ação' destacam a abordagem enérgica pretendida pelo presidente.
Entre os líderes presentes no evento, como o presidente da Argentina, Javier Milei, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, e o presidente do Paraguai, Santiago Peña, a iniciativa foi recebida com apoio e entusiasmo. O convite feito ao ex-presidente Lula para integrar o grupo ressalta a abrangência internacional do Conselho da Paz, embora ainda não haja uma resposta oficial por parte do político brasileiro.
Aliados ideológicos de Trump no evento
Durante o lançamento oficial do polêmico 'Conselho da Paz' em Davos, Donald Trump reuniu um grupo seleto de aliados ideológicos no palco. Entre os cerca de 30 líderes presentes, destacaram-se o presidente da Argentina, Javier Milei, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, e o presidente do Paraguai, Santiago Peña.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, também esteve presente e reforçou o tom da iniciativa, definindo o grupo não apenas como um conselho de paz, mas 'de ação'. A presença desses aliados ideológicos de Trump no evento ressalta a importância que o presidente norte-americano dá à formação desse conselho e às suas intenções de atuação na reconstrução da Faixa de Gaza.
Além disso, o convite feito ao ex-presidente brasileiro, Lula, para integrar o grupo demonstra a abrangência internacional que Trump deseja para o Conselho da Paz. Até o momento do lançamento, no entanto, Lula ainda não havia respondido ao convite da Casa Branca, deixando em aberto a participação de um dos líderes políticos mais influentes da América Latina.
Fonte: https://portalleodias.com

