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Laudo médico aponta lesões graves em Orelha e contraria versão de atropelamento

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Este artigo aborda laudo médico aponta lesões graves em orelha e contraria versão de atropelamento de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Quadro clínico de Orelha

O laudo médico elaborado após o atendimento do cão comunitário Orelha aponta um quadro clínico grave e incompatível com a versão de atropelamento apresentada pela defesa do adolescente acusado de envolvimento na morte do animal. O documento descreve múltiplas lesões na região da cabeça, fraturas e sinais neurológicos severos.

De acordo com o laudo, Orelha, um cão macho, sem raça definida, de pelagem preta e curta, apresentava lesão grave na região da cabeça, com comprometimento principalmente da face esquerda. O exame clínico identificou inchaço intenso, protrusão do olho esquerdo, além de sangramento bucal e nasal.

O documento também aponta suspeita de fraturas na mandíbula e na maxila, lesões que, segundo a descrição técnica, indicam impacto direto e concentrado na região craniofacial. O quadro foi agravado por ataxia generalizada, dispneia e bradicardia, sinais clínicos que demonstram comprometimento neurológico e respiratório. Ainda conforme o laudo, apesar da realização de procedimentos básicos na tentativa de reverter o quadro clínico, Orelha não resistiu e foi a óbito.

Suspeita de fraturas e lesões

O laudo médico elaborado após o atendimento do cão comunitário Orelha aponta um quadro clínico grave e incompatível com a versão de atropelamento apresentada pela defesa do adolescente acusado de envolvimento na morte do animal. O documento descreve múltiplas lesões na região da cabeça, fraturas e sinais neurológicos severos.

O documento também aponta suspeita de fraturas na mandíbula e na maxila, lesões que, segundo a descrição técnica, indicam impacto direto e concentrado na região craniofacial. O quadro foi agravado por ataxia generalizada, dispneia e bradicardia, sinais clínicos que demonstram comprometimento neurológico e respiratório.

Ainda conforme o laudo, apesar da realização de procedimentos básicos na tentativa de reverter o quadro clínico, Orelha não resistiu e foi a óbito. O documento não faz qualquer menção a lesões típicas de atropelamento, como politraumatismos distribuídos pelo corpo ou fraturas compatíveis com impacto veicular. O conteúdo do laudo médico contraria diretamente a versão apresentada pela defesa do adolescente acusado, que havia sustentado que o cão teria sido atropelado. A descrição das lesões concentra-se na região da cabeça e do rosto, reforçando a incompatibilidade com a hipótese de um acidente de trânsito.

Sinais neurológicos e respiratórios

O laudo médico aponta sinais neurológicos e respiratórios graves em Orelha, o cão comunitário vítima de agressões. Segundo o documento, o animal apresentava lesões na região da cabeça, fraturas e sintomas de ataxia generalizada, dispneia e bradicardia, indicativos de comprometimento neurológico e respiratório.

Além das lesões na cabeça, suspeita-se de fraturas na mandíbula e maxila, sugerindo um impacto direto e concentrado na região craniofacial. Esses sinais clínicos, somados à ataxia generalizada e dificuldade respiratória, agravaram o quadro de saúde de Orelha, levando-o ao óbito mesmo após tentativas de reversão do estado clínico.

O laudo médico contraria a versão de atropelamento apresentada pela defesa do adolescente acusado, uma vez que não foram encontradas lesões típicas desse tipo de acidente, como politraumatismos ou fraturas distribuídas pelo corpo. As evidências apontam para agressões concentradas na região da cabeça do animal, reforçando a suspeita de maus-tratos.

Contraponto à versão de atropelamento

O laudo médico elaborado após o atendimento do cão comunitário Orelha aponta um quadro clínico grave e incompatível com a versão de atropelamento apresentada pela defesa do adolescente acusado de envolvimento na morte do animal. O documento descreve múltiplas lesões na região da cabeça, fraturas e sinais neurológicos severos.

O documento também aponta suspeita de fraturas na mandíbula e na maxila, lesões que, segundo a descrição técnica, indicam impacto direto e concentrado na região craniofacial. O quadro foi agravado por ataxia generalizada, dispneia e bradicardia, sinais clínicos que demonstram comprometimento neurológico e respiratório.

Ainda conforme o laudo, apesar da realização de procedimentos básicos na tentativa de reverter o quadro clínico, Orelha não resistiu e foi a óbito. O documento não faz qualquer menção a lesões típicas de atropelamento, como politraumatismos distribuídos pelo corpo ou fraturas compatíveis com impacto veicular. O conteúdo do laudo médico contraria diretamente a versão apresentada pela defesa do adolescente acusado, que havia sustentado que o cão teria sido atropelado. A descrição das lesões concentra-se na região da cabeça e do rosto, reforçando a incompatibilidade com a hipótese de um acidente de trânsito.

Fonte: https://portalleodias.com

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