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Como agir em caso de engasgo: Quando intervir ou não?

Este artigo aborda como agir em caso de engasgo: quando intervir ou não? de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

O que é o engasgo e quando é uma emergência

O engasgo ocorre quando algo bloqueia a passagem de ar da garganta para os pulmões, podendo ser causado por alimentos, objetos pequenos ou até próteses dentárias. Essa situação é considerada uma emergência, pois impede a chegada de oxigênio ao cérebro e requer uma ação rápida. De acordo com o médico otorrinolaringologista Thiago Zago, as diretrizes internacionais atuais são claras: a intervenção vai depender se a pessoa consegue tossir ou não. Se a pessoa está tossindo, é importante deixá-la tossir; por outro lado, se não consegue respirar, a ação imediata é necessária.

O especialista alerta para práticas comuns, porém ineficazes, que não ajudam em casos de engasgo, como levantar os braços, dar água, sacudir a pessoa ou colocar o dedo na garganta sem poder visualizar o objeto obstruindo a passagem de ar. Essas ações podem retardar o atendimento necessário ou até mesmo piorar a obstrução. Em situações de engasgo grave, é recomendado acionar o SAMU ligando para o número 192.

No entanto, existem situações em que não é necessário intervir, como no caso de a pessoa estar tossindo vigorosamente ou conseguir falar. Nestes casos, a tosse é o mecanismo natural do corpo para expelir o objeto. No entanto, se a pessoa não consegue falar, tossir ou respirar, e apresenta sinais de sufocamento, como ficar arroxeada, é considerada uma emergência e a intervenção é imprescindível.

Mitos e práticas ineficazes no caso de engasgo

O especialista alerta para mitos e práticas comumente repassadas na sociedade, mas que não ajudam na hora do engasgo: "São atitudes sem eficácia: levantar os braços, dar água, sacudir a pessoa ou colocar o dedo na garganta sem visualizar o objeto. Essas ações podem atrasar o socorro ou piorar a obstrução. Sempre que houver engasgo grave, acione o SAMU pelo 192", frisou.

No entanto, há casos em que outras pessoas não precisam intervir, como teria ocorrido com Alberto Cowboy: "Se a pessoa está tossindo forte ou consegue falar, o mais seguro é deixar tossir. A tosse é o mecanismo natural do corpo para expulsar o objeto. Quando é engasgo grave, é preciso agir. Sinais de alerta: não consegue falar, tossir ou respirar, e a pessoa pode ficar arroxeada. Nesses casos, é emergência", explicou.

O médico detalhou o passo a passo do que fazer ao presenciar alguém engasgando.

Quando intervir e quando deixar tossir

O engasgo é uma situação de emergência que exige ação rápida, mas nem sempre é necessário intervir imediatamente. De acordo com o médico otorrinolaringologista Thiago Zago, as diretrizes internacionais são claras: a decisão de intervir ou não depende de a pessoa conseguir tossir ou não. Se a pessoa está tossindo forte ou consegue falar, o mais seguro é deixar tossir, pois a tosse é o mecanismo natural do corpo para expulsar o objeto. Por outro lado, se a pessoa não consegue falar, tossir ou respirar, e apresenta sinais como ficar arroxeada, é necessário agir imediatamente.

O especialista alerta para práticas comuns que não são eficazes no caso de engasgo, como levantar os braços da pessoa, dar água, sacudi-la ou tentar remover o objeto colocando o dedo na garganta sem visualizá-lo. Tais ações podem atrasar o socorro ou piorar a obstrução. Em casos de engasgo grave, a orientação é acionar o SAMU pelo número de emergência 192.

No caso de adultos e crianças acima de 1 ano, as recomendações mais recentes indicam cinco tapas nas costas seguidos por cinco compressões abdominais. Essas manobras podem ajudar a expelir o objeto que está causando o engasgo e devem ser realizadas de forma cuidadosa para evitar lesões. É fundamental estar atento aos sinais de gravidade e agir rapidamente quando necessário para garantir a segurança da pessoa engasgada.

Passo a passo para agir em caso de engasgo em adultos e crianças

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O procedimento correto em bebês

Quando se trata de engasgo em bebês, a abordagem é um pouco diferente. De acordo com o médico otorrinolaringologista Thiago Zago, o procedimento correto em bebês é diferente do recomendado para adultos. Em bebês, a manobra de desengasgo deve ser realizada de forma mais delicada, já que o corpo da criança é frágil e requer cuidados especiais.

O especialista explica que, em bebês, a manobra de desengasgo consiste em posicionar o bebê de bruços em seu antebraço, com a cabeça mais baixa que o corpo, e realizar até cinco tapas nas costas, entre as omoplatas, com a palma da mão. Caso o objeto não seja expelido, é importante virar o bebê de costas e realizar até cinco compressões torácicas, com dois dedos no centro do peito, logo abaixo da linha dos mamilos.

É fundamental ressaltar que, em caso de engasgo em bebês, a atenção e a rapidez na identificação dos sinais de alerta são essenciais. Se a criança apresentar dificuldade para respirar, tossir ou se estiver com a pele arroxeada, é importante agir imediatamente e acionar ajuda profissional. Em situações de emergência, não hesite em ligar para o SAMU pelo número 192.

Fonte: https://portalleodias.com