Estilista alemã inova coleção da Chloé
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Transição na moda e identidade da Chloé
Na coleção Spring 26 da Chloé, a estilista alemã Chemena Kamali aproveita o momento de transição vivido pela moda para aprofundar sua leitura sobre a identidade da casa e, ao mesmo tempo, deslocá-la com cuidado. Além de reafirmar códigos estabelecidos, a diretora criativa parte de uma reflexão mais ampla sobre a reinvenção e a continuidade, olhando para o passado da marca como um terreno para expansão e não como um limite.
Ao assumir o legado da chamada Chloé Girl, Kamali mantém o espírito feminino, fluido e leve que se consolidou ao longo das décadas, mas escolhe recuar ainda mais no tempo para encontrar novas possibilidades dentro desse mesmo vocabulário. A fundadora da maison, a estilista egípcia Gaby Aghion, surge como referência central, especialmente pelas silhuetas desenvolvidas nas décadas de 1950 e 1960, marcadas por volumes generosos e uma abordagem couture do vestir cotidiano. Kamali revisita essas formas retirando qualquer rigidez estrutural, eliminando construções excessivas e permitindo que a matéria-prima conduza o desenho das peças.
O resultado se manifesta em vestidos, saias e conjuntos que preservam a exuberância do passado, mas ganham leveza, movimento e uma sensação de espontaneidade mais alinhada ao presente. A energia vibrante aparece nos acessórios, com bolsas que remetem a toucas de piscina e calçados que são híbridos entre salto e slide, criando um diálogo descontraído entre moda, corpo e lazer. Ao longo do desfile, a paleta se acalma e retorna aos tons clássicos da Chloé, com terrosos claros, brancos arenosos e marrons escuros, aplicados em peças pensadas para o cotidiano, mas com o glamour pontual de um passado onde a casualidade era tratada com mais esmero. Kamali demonstra um entendimento maduro de como expandir o repertório da marca sem romper com sua essência.
Reinterpretação do legado da Chloé Girl
Na coleção Spring 26 da Chloé, a estilista alemã Chemena Kamali (45) aproveita o momento de transição vivido pela moda para aprofundar sua leitura sobre a identidade da casa e, ao mesmo tempo, deslocá-la com cuidado. Além de reafirmar códigos estabelecidos, a diretora criativa parte de uma reflexão mais ampla sobre a reinvenção e a continuidade, olhando para o passado da marca como um terreno para expansão e não como um limite.
Ao assumir o legado da chamada Chloé Girl, Kamali mantém o espírito feminino, fluido e leve que se consolidou ao longo das décadas, mas escolhe recuar ainda mais no tempo para encontrar novas possibilidades dentro desse mesmo vocabulário. A fundadora da maison, a estilista egípcia Gaby Aghion (1921-2014), surge como referência central, especialmente pelas silhuetas desenvolvidas nas décadas de 1950 e 1960, marcadas por volumes generosos e uma abordagem couture do vestir cotidiano. Kamali revisita essas formas retirando qualquer rigidez estrutural, eliminando construções excessivas e permitindo que a matéria-prima conduza o desenho das peças.
O resultado se manifesta em vestidos, saias e conjuntos que preservam a exuberância do passado, mas ganham leveza, movimento e uma sensação de espontaneidade mais alinhada ao presente. A energia vibrante aparece nos acessórios, com bolsas que remetem a toucas de piscina e calçados que são híbridos entre salto e slide, criando um diálogo descontraído entre moda, corpo e lazer. Ao longo do desfile, a paleta se acalma e retorna aos tons clássicos da Chloé, com terrosos claros, brancos arenosos e marrons escuros, aplicados em peças pensadas para o cotidiano, mas com o glamour pontual de um passado onde a casualidade era tratada com mais esmero. Kamali demonstra um entendimento maduro de como expandir o repertório da marca sem romper com sua essência.
Influência da estilista egípcia Gaby Aghion
A estilista alemã Chemena Kamali encontrou inspiração na estilista egípcia Gaby Aghion para inovar a coleção da Chloé. Aghion, fundadora da maison, foi uma figura central na moda nas décadas de 1950 e 1960, desenvolvendo silhuetas marcantes e uma abordagem couture do vestir cotidiano. Kamali revisitou essas formas, mantendo a exuberância do passado, mas trazendo leveza e movimento para as peças.
Ao assumir o legado da chamada Chloé Girl, Kamali manteve o espírito feminino, fluido e leve da marca, mas escolheu explorar novas possibilidades dentro desse vocabulário. A influência de Gaby Aghion se reflete nas peças da coleção, que preservam a essência do passado, mas ganham uma sensação de espontaneidade mais alinhada ao presente. A estilista alemã demonstrou um entendimento maduro de como expandir o repertório da marca sem perder sua essência.
A coleção de Chemena Kamali para a Chloé apresenta vestidos, saias e conjuntos que combinam a exuberância do passado com a modernidade do presente. A paleta de cores, que inclui tons terrosos claros, brancos arenosos e marrons escuros, traz um equilíbrio entre o glamour do passado e a casualidade do cotidiano. A estilista alemã soube explorar a influência de Gaby Aghion de forma criativa e inovadora, trazendo uma nova perspectiva para a marca.
Manifestações estilísticas e paleta de cores
Na coleção Spring 26 da Chloé, a estilista alemã Chemena Kamali trouxe manifestações estilísticas inovadoras, aproveitando o momento de transição da moda. Kamali mergulhou na identidade da casa Chloé, reafirmando códigos estabelecidos, mas também refletindo sobre a reinvenção e a continuidade. Ao assumir o legado da Chloé Girl, a estilista manteve o espírito feminino, fluido e leve, buscando novas possibilidades dentro do vocabulário da marca.
Ao revisitar as silhuetas desenvolvidas por Gaby Aghion nas décadas de 1950 e 1960, Kamali trouxe uma nova abordagem, eliminando rigidez estrutural e permitindo que a matéria-prima conduza o design das peças. O resultado foram vestidos, saias e conjuntos exuberantes, porém leves e com movimento, alinhados com o presente. A energia vibrante da coleção se refletiu nos acessórios, como bolsas e calçados que criaram um diálogo descontraído entre moda, corpo e lazer.
Na paleta de cores, Kamali optou por tons clássicos da Chloé, como terrosos claros, brancos arenosos e marrons escuros. Essas cores foram aplicadas em peças pensadas para o cotidiano, trazendo um toque de glamour do passado. A estilista demonstrou um entendimento maduro de como expandir o repertório da marca sem perder sua essência, mostrando uma coleção inovadora e sofisticada.
Fonte: https://caras.com.br














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